Edifício Solar do Conde, fachada lateral [título atribuído]. Fotografia de Inês Bonduki.
Edifício Solar do Conde, fachada lateral [título atribuído]. Fotografia de Inês Bonduki.
Solução projetual
Alvenaria leve de blocos de concreto celular
Nome do projeto

Edifício Solar do Conde

Solução projetual
Alvenaria leve de blocos de concreto celular
Tipo de solução
Estrutura, vedação
Sistemas construtivos
Concreto moldado in loco
Autoria atribuída
Pedro Paulo de Melo Saraiva, José Maria Gandolfi
Ano
1962-1965
Estado
Construído

Modelos 3D

  • EX-002-3D-SOLAR DO CONDE.3dm
  • EX-002-2D-SOLAR DO CONDE.dwg
  • EX-002-2D-SOLAR DO CONDE.pdf

Aspectos inovadores

Aspectos principais
Fernando Serapião relata conversa com Pedro Paulo de Melo Saraiva sobre o Edifício Solar do Conde, na Revista Monolito nº 19, "Higienópolis", de 2014: formado no Mackenzie nos anos 1950, Saraiva integrava a chamada "Escola Paulista de Arquitetura", cuja prática é marcada pela ênfase estrutural dos projetos e pelo uso do concreto aparente como material identitário das obras.
Construído em 1962, o Solar do Conde destaca-se pela estrutura extremamente enxuta das lajes de espessura mínima e por apenas dez pilares que suportam a torre de 34,0 por 11,0 metros, feita com paredes de concreto celular leve e calculada pelo Engº Roberto Zuccolo. O prédio residencial é marcante também por registrar um momento de transição na linguagem dos materiais de acabamento, ao mesmo tempo em que deixa sem revestimento e à vista dos usuários o concreto dos pilares no térreo, exibe fachadas revestidas com pastilhas cerâmicas no corpo torre.
Fernando Serapião relata conversa com Pedro Paulo de Melo Saraiva sobre o Edifício Solar do Conde, na Revista Monolito nº 19, "Higienópolis", de 2014: formado no Mackenzie nos anos 1950, Saraiva integrava a chamada "Escola Paulista de Arquitetura", cuja prática é marcada pela ênfase estrutural dos projetos e pelo uso do concreto aparente como material identitário das obras.
Construído em 1962, o Solar do Conde destaca-se pela estrutura extremamente enxuta das lajes de espessura mínima e por apenas dez pilares que suportam a torre de 34,0 por 11,0 metros, feita com paredes de concreto celular leve e calculada pelo Engº Roberto Zuccolo. O prédio residencial é marcante também por registrar um momento de transição na linguagem dos materiais de acabamento, ao mesmo tempo em que deixa sem revestimento e à vista dos usuários o concreto dos pilares no térreo, exibe fachadas revestidas com pastilhas cerâmicas no corpo torre.
Relevância / contribuição
A adoção de alvenarias executadas com blocos de material leve - neste caso o concreto celular da marca Pumex - viabilizou um edifício de estrutura esbelta, com lajes de apenas 5cm de espessura e somente doze pontos de apoio no solo, 10 pilares e 2 núcleos de circulação vertical. O emprego dos blocos de concreto leve para reduzir a carga da edifício, permitem a concepção de estruturas delgadas e que impactem positivamente aspectos econômicos, logísticos e de prazos para a execução de obras
A adoção de alvenarias executadas com blocos de material leve - neste caso o concreto celular da marca Pumex - viabilizou um edifício de estrutura esbelta, com lajes de apenas 5cm de espessura e somente doze pontos de apoio no solo, 10 pilares e 2 núcleos de circulação vertical. O emprego dos blocos de concreto leve para reduzir a carga da edifício, permitem a concepção de estruturas delgadas e que impactem positivamente aspectos econômicos, logísticos e de prazos para a execução de obras
Aspectos técnicos contemporâneos
O concreto celular autoclavado (BCCA) apresenta vantagens quando analisado de forma integrada ao sistema estrutural. Pesquisas comparativas indicam o aumento do custo do bloco de 18,05%¹, paralela à redução de 53% no consumo de argamassa e de até 13,93% na mão de obra², além da eliminação de chapisco e emboço. A execução pode ser até três vezes mais rápida¹, ampliando produtividade e possibilitando diversificação da força de trabalho - por meio de mão de obra feminina. A facilidade de corte dos blocos e as peças com dimensões maiores auxiliam na racionalização e na redução de desperdício. Sua execução é cerca de três vezes mais rápida do que a de tijolos convencionais¹, o que aumenta a produtividade e viabiliza a inclusão de mão de obra feminina.
Por ser até 30% mais leve³, o BCCA reduz cargas estruturais: simulações⁶ indicam diminuição de 7,7% nas fundações, 4,53% nas armaduras e 3,07% no custo estrutural, com impacto de até 4,61% no custo total da obra². O material também apresenta melhor desempenho térmico, acústico ⁷ e resistência ao fogo⁸ em comparação ao bloco cerâmico convencional.
O concreto celular autoclavado (BCCA) apresenta vantagens quando analisado de forma integrada ao sistema estrutural. Pesquisas comparativas indicam o aumento do custo do bloco de 18,05%¹, paralela à redução de 53% no consumo de argamassa e de até 13,93% na mão de obra², além da eliminação de chapisco e emboço. A execução pode ser até três vezes mais rápida¹, ampliando produtividade e possibilitando diversificação da força de trabalho - por meio de mão de obra feminina. A facilidade de corte dos blocos e as peças com dimensões maiores auxiliam na racionalização e na redução de desperdício. Sua execução é cerca de três vezes mais rápida do que a de tijolos convencionais¹, o que aumenta a produtividade e viabiliza a inclusão de mão de obra feminina.
Por ser até 30% mais leve³, o BCCA reduz cargas estruturais: simulações⁶ indicam diminuição de 7,7% nas fundações, 4,53% nas armaduras e 3,07% no custo estrutural, com impacto de até 4,61% no custo total da obra². O material também apresenta melhor desempenho térmico, acústico ⁷ e resistência ao fogo⁸ em comparação ao bloco cerâmico convencional.

Ficha técnica

Solução projetual
Alvenaria leve de blocos de concreto celular
Alvenaria leve de blocos de concreto celular
Nome do projeto
Edifício Solar do Conde
Edifício Solar do Conde
Autoria atribuída
Pedro Paulo de Melo Saraiva, José Maria Gandolfi
Pedro Paulo de Melo Saraiva, José Maria Gandolfi
Ano
1962-1965
1962-1965
Local
R. Pará, 241 - Higienópolis, São Paulo - SP
R. Pará, 241 - Higienópolis, São Paulo - SP
Região
Sudeste
Sudeste
Equipe técnica e fornecedores
Engenheiros: Rubens Paiva, Roberto Zuccolo ; Fornecedores: Cia Pumex de concreto celular
Engenheiros: Rubens Paiva, Roberto Zuccolo ; Fornecedores: Cia Pumex de concreto celular
Escolha do projeto
Edifício com solução estrutural esbelta viabilizada pela redução de cargas nos pavimentos através da adoção de blocos de concreto celular, mais leves que os usados em alvenarias convencionais, nos interiores e nas fachadas das unidades.
Edifício com solução estrutural esbelta viabilizada pela redução de cargas nos pavimentos através da adoção de blocos de concreto celular, mais leves que os usados em alvenarias convencionais, nos interiores e nas fachadas das unidades.
Tipo de solução
Relevância / contribuição
A adoção de alvenarias executadas com blocos de material leve - neste caso o concreto celular da marca Pumex - viabilizou um edifício de estrutura esbelta, com lajes de apenas 5cm de espessura e somente doze pontos de apoio no solo, 10 pilares e 2 núcleos de circulação vertical. O emprego dos blocos de concreto leve para reduzir a carga da edifício, permitem a concepção de estruturas delgadas e que impactem positivamente aspectos econômicos, logísticos e de prazos para a execução de obras
A adoção de alvenarias executadas com blocos de material leve - neste caso o concreto celular da marca Pumex - viabilizou um edifício de estrutura esbelta, com lajes de apenas 5cm de espessura e somente doze pontos de apoio no solo, 10 pilares e 2 núcleos de circulação vertical. O emprego dos blocos de concreto leve para reduzir a carga da edifício, permitem a concepção de estruturas delgadas e que impactem positivamente aspectos econômicos, logísticos e de prazos para a execução de obras
Sistemas construtivos
Concreto moldado in loco
Concreto moldado in loco
Elementos arquitetônicos
Alvenaria, vedação
Alvenaria, vedação
Material
Concreto celular
Concreto celular
Aspectos principais
Fernando Serapião relata conversa com Pedro Paulo de Melo Saraiva sobre o Edifício Solar do Conde, na Revista Monolito nº 19, "Higienópolis", de 2014: formado no Mackenzie nos anos 1950, Saraiva integrava a chamada "Escola Paulista de Arquitetura", cuja prática é marcada pela ênfase estrutural dos projetos e pelo uso do concreto aparente como material identitário das obras.
Construído em 1962, o Solar do Conde destaca-se pela estrutura extremamente enxuta das lajes de espessura mínima e por apenas dez pilares que suportam a torre de 34,0 por 11,0 metros, feita com paredes de concreto celular leve e calculada pelo Engº Roberto Zuccolo. O prédio residencial é marcante também por registrar um momento de transição na linguagem dos materiais de acabamento, ao mesmo tempo em que deixa sem revestimento e à vista dos usuários o concreto dos pilares no térreo, exibe fachadas revestidas com pastilhas cerâmicas no corpo torre.
Fernando Serapião relata conversa com Pedro Paulo de Melo Saraiva sobre o Edifício Solar do Conde, na Revista Monolito nº 19, "Higienópolis", de 2014: formado no Mackenzie nos anos 1950, Saraiva integrava a chamada "Escola Paulista de Arquitetura", cuja prática é marcada pela ênfase estrutural dos projetos e pelo uso do concreto aparente como material identitário das obras.
Construído em 1962, o Solar do Conde destaca-se pela estrutura extremamente enxuta das lajes de espessura mínima e por apenas dez pilares que suportam a torre de 34,0 por 11,0 metros, feita com paredes de concreto celular leve e calculada pelo Engº Roberto Zuccolo.…
Aspectos técnicos contemporâneos
O concreto celular autoclavado (BCCA) apresenta vantagens quando analisado de forma integrada ao sistema estrutural. Pesquisas comparativas indicam o aumento do custo do bloco de 18,05%¹, paralela à redução de 53% no consumo de argamassa e de até 13,93% na mão de obra², além da eliminação de chapisco e emboço. A execução pode ser até três vezes mais rápida¹, ampliando produtividade e possibilitando diversificação da força de trabalho - por meio de mão de obra feminina. A facilidade de corte dos blocos e as peças com dimensões maiores auxiliam na racionalização e na redução de desperdício. Sua execução é cerca de três vezes mais rápida do que a de tijolos convencionais¹, o que aumenta a produtividade e viabiliza a inclusão de mão de obra feminina.
Por ser até 30% mais leve³, o BCCA reduz cargas estruturais: simulações⁶ indicam diminuição de 7,7% nas fundações, 4,53% nas armaduras e 3,07% no custo estrutural, com impacto de até 4,61% no custo total da obra². O material também apresenta melhor desempenho térmico, acústico ⁷ e resistência ao fogo⁸ em comparação ao bloco cerâmico convencional.
O concreto celular autoclavado (BCCA) apresenta vantagens quando analisado de forma integrada ao sistema estrutural. Pesquisas comparativas indicam o aumento do custo do bloco de 18,05%¹, paralela à redução de 53% no consumo de argamassa e de até 13,93% na mão de obra², além da eliminação de chapisco e emboço. A execução pode ser até três vezes mais rápida¹, ampliando produtividade e possibilitando diversificação da força de trabalho - por meio de mão de obra feminina. A facilidade de corte dos blocos e as peças com dimensões maiores auxiliam na racionalização e na redução de desperdício. Sua execução é cerca de três vezes mais rápida do que…
Descrição
Serapião (2014) caracteriza o Edifício Solar do Conde, em Higienópolis, como um marco estrutural, destacando seus 13 pavimentos apoiados em apenas 10 pilares e a laje nervurada com espessura de 5 cm, solução que evidencia a busca por racionalização estrutural e esbeltez. Cada pavimento tipo abriga dois apartamentos de 185 m², totalizando 26 unidades, com ambientes amplos, integrados e pé-direito elevado, reforçando a qualidade espacial pretendida.
O edifício previa, no projeto original, integração direta com a rua por meio de jardim e térreo permeáveis. A grade atualmente instalada não fazia parte da proposta inicial e foi posteriormente desenhada por Pedro Paulo de Melo Saraiva a pedido dos moradores, por razões de segurança. O próprio arquiteto tornou-se o segundo morador do edifício em 1965.
Conforme Vasconcellos (2012), José Maria Gandolfi participou do início do desenho e detalhamento do projeto, posteriormente finalizado por Eurico Prado Lopes. Um dos aspectos técnicos centrais foi o uso de concreto celular nas divisórias internas, estratégia também adotada no Edifício 5ª Avenida (1958-64). As paredes leves reduziam significativamente o peso próprio - soma das cargas permanentes das divisórias e elementos portantes -, permitindo maior esbeltez estrutural e racionalização do dimensionamento. Essa solução seria posteriormente aplicada no Edifício Portofino, em Santos, e na residência do engenheiro Roberto Zuccolo.
Mendes (2016) aprofunda a contribuição de Zuccolo ao detalhar o uso do sistema OXICRET nas vigas e pilares - concreto racionalmente dosado para elevar a resistência estrutural de 80 kg por m² para 400 kg por m² -, além da utilização de Pumex e ERACLIT nas paredes internas. O ERACLIT - composto por bagaço de cana prensado e mineralizado com areia e cimento - apresentou, posteriormente, vulnerabilidade a ataques de cupins. A estrutura e o cálculo foram integralmente desenvolvidos por Roberto Zuccolo, consolidando o edifício como exemplar de experimentação técnica na escola paulista.
Serapião (2014) caracteriza o Edifício Solar do Conde, em Higienópolis, como um marco estrutural, destacando seus 13 pavimentos apoiados em apenas 10 pilares e a laje nervurada com espessura de 5 cm, solução que evidencia a busca por racionalização estrutural e esbeltez. Cada pavimento tipo abriga dois apartamentos de 185 m², totalizando 26 unidades, com ambientes amplos, integrados e pé-direito elevado, reforçando a qualidade espacial pretendida.
O edifício previa, no projeto original, integração direta com a rua por meio de jardim e térreo permeáveis. A grade atualmente instalada não fazia parte da proposta inicial e foi…
Estado
Construído
Construído
Uso original
Habitacional
Habitacional
Uso atual
Habitacional
Habitacional
Instituição depositária
Casa da Arquitectura
Casa da Arquitectura
Contato
https://casadaarquitectura.pt/pt/

[email protected]
https://casadaarquitectura.pt/pt/

[email protected]
Créditos
Apoio de pesquisa: Fernando Magalhães (ex-sócio de Pedro Paulo de Melo Saraiva) e Pedro Melo Saraiva
Apoio de pesquisa: Fernando Magalhães (ex-sócio de Pedro Paulo de Melo Saraiva) e Pedro Melo Saraiva

Fontes e referências

  • ARQUIVO ARQ. Edifício Solar do Conde. [S.l.: s.n.], [s.d.]. Disponível em: https://arquivo.arq.br/projetos/edificio-solar-do-conde Acesso em: out. 2025.
  • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575: edificações habitacionais — desempenho. Rio de Janeiro: ABNT, 2013.
  • ATAÍDE, C. M.; PIOVESAN, T. R. Análise comparativa de desempenho térmico e acústico entre vedações internas de alvenaria de bloco cerâmico e bloco de concreto celular autoclavado. In: ENCONTRO DE SUSTENTABILIDADE EM PROJETO (ENSUS), 7., 2019, Florianópolis. Anais [...]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244357/VOLUME-1-72-81.pdf. Acesso em: 18 fev. 2026.
  • ESPALLARGAS, Luis Gimenez. Pedro Paulo de Melo Saraiva. São Paulo: Romano Guerra, 2016.
  • Aspectos técnicos contemporâneos:
  • 1.WITZKE, F. B. Análise técnico-econômica dos blocos de concreto celular autoclavado na alvenaria de vedação. 2015. Artigo - Centro Universitário Leonardo da Vinci. R. Eng. Constr. Civ., Curitiba, v. 3, n. 2, p. 20-33, jul./dez. 2015. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/recc/article/view/6646/4803. Acesso em: fev. 2026.
  • 2.MANENTI, F. B. DARÉ, M. E. Estudo comparado dos custos diretos entre os sistemas de vedação com alvenaria de blocos cerâmicos e com alvenaria de blocos de concreto celular autoclavado.2016. Artigo (Graduação em Engenharia Civil) - Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, Criciúma,2016. Disponível em: http://repositorio.unesc.net/handle/1/4971. Acesso em: fev. 2026. 
  • 3.SIPOREX. Características- Concreto Celular Autoclavado.2026. Disponível em: https://www.siporex.com.br/blocos/caracteristicas/. Acesso em: fev. 2026. 
  • 4.HARTMANN, M.G. Análise de viabilidade técnica e econômica do uso de bloco de concreto celular autoclavado para vedação.2019. Trabalho de conclusão de curso (Graduação em Engenharia Civil) - Universidade do Estado de Santana Catarina - UDESC Centro de Ciências Tecnológicas– CCT Departamento de Engenharia Civil – DEC, Joinville, 2019. Disponível em: https://sistemabu.udesc.br/pergamumweb/vinculos/000073/000073ec.pdf. Acesso em: fev.2026.
  • 5.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575: Edificações habitacionais — Desempenho. Rio de Janeiro. ABNT, 2013.
  • 6.ATAÍDE, C. M. PIOVESAN, T. R. Análise comparativa de desempenho térmico e acústico entre vedações internas de alvenaria de bloco cerâmico e bloco de concreto celular autoclavado.2019. VII ENSUS – Encontro de Sustentabilidade em Projeto – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244357/VOLUME-1-72-81.pdf?sequence=1&isAllowed=y  .  Acesso em: fev. 2026. 
  • ARQUIVO ARQ. Edifício Solar do Conde. [S.l.: s.n.], [s.d.]. Disponível em: https://arquivo.arq.br/projetos/edificio-solar-do-conde Acesso em: out. 2025.
  • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15575: edificações habitacionais — desempenho. Rio de Janeiro: ABNT, 2013.
  • ATAÍDE, C. M.; PIOVESAN, T. R. Análise comparativa de desempenho térmico e acústico entre vedações internas de alvenaria de bloco cerâmico e bloco de concreto celular autoclavado. In: ENCONTRO DE SUSTENTABILIDADE EM PROJETO (ENSUS), 7., 2019, Florianópolis. Anais [...]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2019. Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/244357/VOLUME-1-72-81.pdf. Acesso em: 18 fev. 2026.
  • ESPALLARGAS, Luis Gimenez. Pedro Paulo de Melo Saraiva. São Paulo: Romano Guerra, 2016.