Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) [título atribuído]. Fotografia de Leonardo Finotti
Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) [título atribuído]. Fotografia de Leonardo Finotti
Solução projetual
Janela bi-partida e elementos industrializados na fachada
Nome do projeto

Edifício Sede do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB)

Solução projetual
Janela bi-partida e elementos industrializados na fachada
Nome do projeto
Edifício Sede do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB)
Tipo de solução
Fachada, elementos industrializados, fachada pré fabricada, caixilho
Sistemas construtivos
Concreto moldado in loco
Autoria atribuída
Marcelo Roberto, Milton Roberto, Maurício Roberto
Ano
1939-1942
Estado
Construído, descaracterização baixa

Modelos 3D

  • EX-041-3D-IRB.3dm
  • EX-041-2D-IRB.dwg
  • EX-041-2D-IRB.pdf

Aspectos inovadores

Aspectos principais
O Edifício IRB reúne três frentes experimentais: a industrialização da fachada, a racionalização das aberturas e o aprimoramento do controle solar. A fachada pré-fabricada, montada em dezenove dias com módulos de concreto armado e uso de janelas padronizadas, evidencia a aproximação pioneira da obra com processos industriais. A janela bipartida responde a condicionantes econômicos do vidro, mantendo desempenho lumínico e ventilatório. Internamente, divisórias leves em sistema “balloon-frame” favorecem a flexibilidade e a adaptabilidade do layout. O refinamento do projeto dos brises, com painéis atuando como calhas refletoras e vãos entre elementos pensados para a dissipação térmica, consolida o avanço técnico do projeto no que diz respeito ao conforto ambiental.
O Edifício IRB reúne três frentes experimentais: a industrialização da fachada, a racionalização das aberturas e o aprimoramento do controle solar. A fachada pré-fabricada, montada em dezenove dias com módulos de concreto armado e uso de janelas padronizadas, evidencia a aproximação pioneira da obra com processos industriais. A janela bipartida responde a condicionantes econômicos do vidro, mantendo desempenho lumínico e ventilatório. Internamente, divisórias leves em sistema “balloon-frame” favorecem a flexibilidade e a adaptabilidade do layout. O refinamento do projeto dos brises, com painéis atuando como calhas refletoras e vãos entre elementos pensados para a dissipação térmica, consolida o avanço técnico do projeto no que diz respeito ao conforto ambiental.
Relevância / contribuição
O projeto do edifício IRB evidencia a viabilidade da adoção de elementos industrializados para a vedação das fachadas e as divisórias internas, entregando um processo construtivo racionalizado, com maior previsibilidade executiva e visando a diminuição de resíduos no canteiro. Essa abordagem dialoga diretamente com demandas atuais por eficiência produtiva e otimização de recursos. Paralelamente, o edifício incorpora estratégias de controle solar por meio de brises verticais e horizontais, articulando industrialização e desempenho ambiental. A associação entre racionalização construtiva e conforto térmico passivo reforça a pertinência da solução no contexto contemporâneo, marcado por exigências referentes à eficiência energética e a adaptação climática.
O projeto do edifício IRB evidencia a viabilidade da adoção de elementos industrializados para a vedação das fachadas e as divisórias internas, entregando um processo construtivo racionalizado, com maior previsibilidade executiva e visando a diminuição de resíduos no canteiro. Essa abordagem dialoga diretamente com demandas atuais por eficiência produtiva e otimização de recursos. Paralelamente, o edifício incorpora estratégias de controle solar por meio de brises verticais e horizontais, articulando industrialização e desempenho ambiental. A associação entre racionalização construtiva e conforto térmico passivo reforça a pertinência da solução no contexto contemporâneo, marcado por exigências referentes à eficiência energética e a adaptação climática.
Aspectos técnicos contemporâneos
Fachadas modulares pré-fabricadas podem ser produzidas em diferentes tecnologias e materialidades, com vantagens na agilidade, produtividade e na redução de impactos ambientais. Sistemas de fachadas unitizadas* podem oferecer maior controle dimensional e previsibilidade 1, enquanto sistemas como o Light Steel Framing* reduzem peso e etapas construtivas e consumo energético, com diminuição de até 73% na mão de obra, 86,7% nos resíduos e 93,5% no consumo de água. 2
Também podem ser exploradas outras tecnologias modulares e distintas materialidades, com possibilidades de customização e variação de geometria, aberturas e dispositivos de sombreamento, sem comprometer a lógica de padronização e eficiência produtiva 3.

Em um contexto de escassez de mão de obra, evolução tecnológica e maiores exigências de desempenho *, as fachadas passam a assumir papel estratégico para a eficiência energética, o conforto ambiental e a racionalização construtiva 3. Nesse sentido, a eficácia das fachadas industrializadas depende principalmente da gestão do processo, coordenação, compatibilização, detalhamento e controle de tolerâncias e interfaces 4.
Fachadas modulares pré-fabricadas podem ser produzidas em diferentes tecnologias e materialidades, com vantagens na agilidade, produtividade e na redução de impactos ambientais. Sistemas de fachadas unitizadas* podem oferecer maior controle dimensional e previsibilidade 1, enquanto sistemas como o Light Steel Framing* reduzem peso e etapas construtivas e consumo energético, com diminuição de até 73% na mão de obra, 86,7% nos resíduos e 93,5% no consumo de água. 2
Também podem ser exploradas outras tecnologias modulares e distintas materialidades, com possibilidades de customização e variação de geometria, aberturas e dispositivos de sombreamento, sem comprometer a lógica de padronização e eficiência produtiva 3.

Em um contexto de escassez de mão de obra, evolução tecnológica e maiores exigências de desempenho *, as fachadas passam a assumir papel estratégico para a eficiência energética, o conforto ambiental e a racionalização construtiva 3. Nesse sentido, a eficácia das fachadas industrializadas depende principalmente da gestão do processo, coordenação, compatibilização, detalhamento e controle de tolerâncias e interfaces 4.

Ficha técnica

Solução projetual
Janela bi-partida e elementos industrializados na fachada
Janela bi-partida e elementos industrializados na fachada
Nome do projeto
Edifício Sede do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB)
Edifício Sede do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB)
Autoria atribuída
Marcelo Roberto, Milton Roberto, Maurício Roberto
Marcelo Roberto, Milton Roberto, Maurício Roberto
Ano
1939-1942
1939-1942
Local
Av. Mal. Câmara, 171 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Av. Mal. Câmara, 171 - Centro, Rio de Janeiro - RJ
Região
Sudeste
Sudeste
Equipe técnica e fornecedores
Paisagismo: Roberto Burle Marx, Estrutura: Paulo Fragoso, Fundação: Odair Grillo, Mosaico: Paulo Werneck; Construtora: IR; Fornecedor: Eternit
Paisagismo: Roberto Burle Marx, Estrutura: Paulo Fragoso, Fundação: Odair Grillo, Mosaico: Paulo Werneck; Construtora: IR; Fornecedor: Eternit
Escolha do projeto
O projeto alia o emprego de elementos pré-moldados na fachada do edifício, a adoção de janelas bipartidas e estratégias de controle solar por meio de brises.
O projeto alia o emprego de elementos pré-moldados na fachada do edifício, a adoção de janelas bipartidas e estratégias de controle solar por meio de brises.
Relevância / contribuição
O projeto do edifício IRB evidencia a viabilidade da adoção de elementos industrializados para a vedação das fachadas e as divisórias internas, entregando um processo construtivo racionalizado, com maior previsibilidade executiva e visando a diminuição de resíduos no canteiro. Essa abordagem dialoga diretamente com demandas atuais por eficiência produtiva e otimização de recursos. Paralelamente, o edifício incorpora estratégias de controle solar por meio de brises verticais e horizontais, articulando industrialização e desempenho ambiental. A associação entre racionalização construtiva e conforto térmico passivo reforça a pertinência da solução no contexto contemporâneo, marcado por exigências referentes à eficiência energética e a adaptação climática.
O projeto do edifício IRB evidencia a viabilidade da adoção de elementos industrializados para a vedação das fachadas e as divisórias internas, entregando um processo construtivo racionalizado, com maior previsibilidade executiva e visando a diminuição de resíduos no canteiro. Essa abordagem dialoga diretamente com demandas atuais por eficiência produtiva e otimização de recursos. Paralelamente, o edifício incorpora estratégias de controle solar por meio de brises verticais e horizontais, articulando industrialização e desempenho ambiental. A associação entre racionalização construtiva e conforto térmico passivo reforça a pertinência da…
Sistemas construtivos
Concreto moldado in loco
Concreto moldado in loco
Material
Fibrocimento
Fibrocimento
Aspectos principais
O Edifício IRB reúne três frentes experimentais: a industrialização da fachada, a racionalização das aberturas e o aprimoramento do controle solar. A fachada pré-fabricada, montada em dezenove dias com módulos de concreto armado e uso de janelas padronizadas, evidencia a aproximação pioneira da obra com processos industriais. A janela bipartida responde a condicionantes econômicos do vidro, mantendo desempenho lumínico e ventilatório. Internamente, divisórias leves em sistema “balloon-frame” favorecem a flexibilidade e a adaptabilidade do layout. O refinamento do projeto dos brises, com painéis atuando como calhas refletoras e vãos entre elementos pensados para a dissipação térmica, consolida o avanço técnico do projeto no que diz respeito ao conforto ambiental.
O Edifício IRB reúne três frentes experimentais: a industrialização da fachada, a racionalização das aberturas e o aprimoramento do controle solar. A fachada pré-fabricada, montada em dezenove dias com módulos de concreto armado e uso de janelas padronizadas, evidencia a aproximação pioneira da obra com processos industriais. A janela bipartida responde a condicionantes econômicos do vidro, mantendo desempenho lumínico e ventilatório. Internamente, divisórias leves em sistema “balloon-frame” favorecem a flexibilidade e a adaptabilidade do layout. O refinamento do projeto dos brises, com painéis atuando como calhas refletoras e vãos entre…
Aspectos técnicos contemporâneos
Fachadas modulares pré-fabricadas podem ser produzidas em diferentes tecnologias e materialidades, com vantagens na agilidade, produtividade e na redução de impactos ambientais. Sistemas de fachadas unitizadas* podem oferecer maior controle dimensional e previsibilidade 1, enquanto sistemas como o Light Steel Framing* reduzem peso e etapas construtivas e consumo energético, com diminuição de até 73% na mão de obra, 86,7% nos resíduos e 93,5% no consumo de água. 2
Também podem ser exploradas outras tecnologias modulares e distintas materialidades, com possibilidades de customização e variação de geometria, aberturas e dispositivos de sombreamento, sem comprometer a lógica de padronização e eficiência produtiva 3.

Em um contexto de escassez de mão de obra, evolução tecnológica e maiores exigências de desempenho *, as fachadas passam a assumir papel estratégico para a eficiência energética, o conforto ambiental e a racionalização construtiva 3. Nesse sentido, a eficácia das fachadas industrializadas depende principalmente da gestão do processo, coordenação, compatibilização, detalhamento e controle de tolerâncias e interfaces 4.
Fachadas modulares pré-fabricadas podem ser produzidas em diferentes tecnologias e materialidades, com vantagens na agilidade, produtividade e na redução de impactos ambientais. Sistemas de fachadas unitizadas* podem oferecer maior controle dimensional e previsibilidade 1, enquanto sistemas como o Light Steel Framing* reduzem peso e etapas construtivas e consumo energético, com diminuição de até 73% na mão de obra, 86,7% nos resíduos e 93,5% no consumo de água. 2
Também podem ser exploradas outras tecnologias modulares e distintas materialidades, com possibilidades de customização e variação de geometria, aberturas e dispositivos de…
Descrição
O Edifício IRB apresenta diferentes soluções de interesse: adoção de diferentes elementos industrializados, janelas bi-partidas, estratégia de controle solar através de brises verticais e plantas flexiveis. A adoção de elementos industrializados - blocos de vidro nas circulações verticais, chapas pré-moldadas de concreto na fachada e divisórias internas leves - evidencia uma busca por montagem a seco e maior previsibilidade construtiva, além de internamente viabilizar a flexibilidade do espaço, um dos partidos de projeto. Montenegro Filho (2007) destaca a execução da fachada em apenas dezenove dias, por meio de módulos de concreto armado preenchidos com janelas padronizadas, ressaltando o caráter pioneiro da solução em 1942. Essa agilidade decorre não apenas da técnica, mas de um posicionamento projetual de aproximação com a indústria disponível na época. ​A janela bipartida surge como resposta simultaneamente técnica e econômica. Ao dividir a abertura em duas partes, com vidros menores, os autores reduzem custos associados às grandes superfícies de vidro, mantendo iluminação e ventilação adequadas. Carvalho (2006) apresenta as considerações de Milton Roberto, um dos autores, a respeito do edifício e dos pontos de interesse levantados em seu caráter experimental:

“No IRB fizemos duas experiências sérias: a da janela bipartida e a da parede externa montada a seco. A janela bipartida é o quinto melhoramento trazido ao elemento ‘janela’ desde que o mundo é mundo. A parede externa montada a seco foi aplicada pela primeira vez num edifício de concreto armado, e construída por processos mais simples que todos os já realizados.” (ROBERTO, M. apud CARVALHO, 2006, p. 288-9)

A autora destaca a utilização das divisórias internas industrializadas, por estrutura “balloon-frame” com contraplacado e vidro, por favorecer a flexibilidade da planta. Por fim, a questão do conforto ambiental, com estratégia de controle solar por brises, indica um avanço dos autores nesse tipo de solução, explorado desde o Edifício ABI, pioneiramente em 1936, revisando a configuração do espaço entre os aparatos de controle solar e as esquadrias. Carvalho cita a colocação de Milton neste ponto:

“[...] a seção foi uma espécie de estalo: modificamos o afastamento entre placas, fizemos cada uma delas trabalhar como calha refletora; revimos a zona de dispersão do calor, reduzindo-se muito com a inovação da tiragem vertical - abertura na laje em balanço que suporta as placas, protegendo a abertura com venezianas de eternit, que impedem a penetração do sol no solstício de verão.” (ibid)
O Edifício IRB apresenta diferentes soluções de interesse: adoção de diferentes elementos industrializados, janelas bi-partidas, estratégia de controle solar através de brises verticais e plantas flexiveis. A adoção de elementos industrializados - blocos de vidro nas circulações verticais, chapas pré-moldadas de concreto na fachada e divisórias internas leves - evidencia uma busca por montagem a seco e maior previsibilidade construtiva, além de internamente viabilizar a flexibilidade do espaço, um dos partidos de projeto. Montenegro Filho (2007) destaca a execução da fachada em apenas dezenove dias, por meio de módulos de concreto armado…
Estado
Construído, descaracterização baixa
Construído, descaracterização baixa
Uso original
Institucional
Institucional
Uso atual
Comercial, serviço
Comercial, serviço
Instituição depositária
Núcleo de Pesquisa e Documentação Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (NPD-UFRJ)
Núcleo de Pesquisa e Documentação Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFRJ (NPD-UFRJ)
Contato
[email protected]
https://npd.fau.ufrj.br/
[email protected]
https://npd.fau.ufrj.br/
Créditos
Fotografias contemporâneas Leonardo Finotti
Fundo M.M.M. Roberto - Acervo do Núcleo de Pesquisa e Documentação - NPD/UFRJ - Brasil.
Fotografias contemporâneas Leonardo Finotti
Fundo M.M.M. Roberto - Acervo do Núcleo de Pesquisa e Documentação - NPD/UFRJ - Brasil.

Fontes e referências

  • CARVALHO, Claudia Suely Rodrigues de. Preservação da arquitetura moderna: edifícios de escritórios no Rio de Janeiro construídos entre 1930 - 1960. 2006. Tese (Doutorado em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16133/tde-06062012-151105/publico/Tese_Claudia_S_Rodrigues.pdf Acesso em nov.2025
  • REZENDE, Suzanna Ramalho de. Paulo Werneck: a produção mural e a arquitetura moderna brasileira. 2018. Dissertação (Mestrado em Estética e História da Arte) - Estética e História da Arte, Universidade de São Paulo , São Paulo, 2018. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-04072018-104956/en.php. Acesso em: dez. 2025.
  • Aspectos técnicos contemporâneos:
  • *Definições:
  • *O sistema de fachadas unitizadas, são revestimentos externos pré-fabricados, compostos por módulos (painéis) estruturados em alumínio e vidro, montados inteiramente em fábrica e instalados prontos na obra. 1
  • *O sistema Light Steel Framing de fachada leve oferece em sua concepção executiva uma construção a seco, onde ela é constituída por perfis de aço galvanizado formados a frio que servirão de estrutura aos painéis de vedação. 2
  • *A Norma de Desempenho (NBR 15775) impõe aos sistemas de vedações verticais requisitos de desempenho, relacionados com o conforto, durabilidade, manutenção, entre outros. Indiretamente, é uma forma de agregar valor na qualidade do produto, pois estabelece um prazo de vida útil mínima para as fachadas, e estimula os ocupantes a instalarem componentes com melhor qualidade e que estejam de acordo com os requisitos normativos, garantindo seu bom uso por muito mais tempo.
  • 1.LIMA, Daniel Charles da Silva. Proposta de procedimento executivo de fachadas em pele de vidro unitizada. 2018. 60 f. Monografia (Pós-graduação lato sensu em Tecnologia e Gestão na Produção de Edifícios) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: http://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://poli-integra.poli.usp.br/wp-content/uploads/2022/11/2018_Daniel-Charles-da-Silva-Lima.pdf. Acesso em: abr. 2026.
  • 2.SILVA, Lucas Lopes Rasquinho.Fachada leve estruturada em Light Steel Framing: implantação do sistema em empreendimento na cidade de São Paulo. 2022. 111 p. Monografia (Pós-graduação lato sensu em Tecnologia e Gestão na Produção de Edifícios) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022.Disponível em: http://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://poli-integra.poli.usp.br/wp-content/uploads/2022/11/2022_Lucas-Lopes-Rasquinho-Silva.pdf . Acesso em: abr. 2026.
  • 3.CIMENTO ITAMBÉ. Fachadas altas evoluem como sistemas de engenharia e impulsionam a industrialização dos edifícios. 2026.Disponível em: https://www.cimentoitambe.com.br/fachadas-altas-evoluem-como-sistemas-de-engenharia-e-impulsionam-a-industrializacao-dos-edificios/.Acesso em: abr. 2026.
  • 4.VEDOVELLO, Cintia Aparecida da Silva.Gestão de projetos de fachadas. 2012. 406 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil e Urbana) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-06062013-163302/pt-br.html.Acesso em: abr. 2026.
  • 5.MENEGATTI, Matheus; OVIEDO HAITO, Ricardo J. J. Sistematização da produção de fachadas cortinas. In: ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO, 18., 2020, Porto Alegre. Anais [...]. Porto Alegre: ANTAC, 2020. Disponível em: https://eventos.antac.org.br/index.php/entac/article/view/1176. Acesso em: abr. 2026. "